MEC integrará diplomas em blockchain apenas no fim de 2021

CRIPTFÁCIL • 10 de maio de 2021

Fonte da Notícia: CRIPTFÁCIL
Data da Publicação original: 09/05/2021
Publicado Originalmente em: https://www.criptofacil.com/mec-integrara-diplomas-em-blockchain-apenas-no-fim-de-2021/


As faculdades e instituições de ensino no Brasil ganharam um novo prazo para emitir os diplomas em blockchain. Isso porque o Ministério da Educação (MEC) publicou nesta quinta-feira (6) uma extensão do prazo.

Anteriormente, o prazo era para o dia 11 de março de 2021. Agora, é 31 de dezembro deste ano, de acordo com a portaria nº 117 do MEC.

Diploma em blockchain

Em dezembro do ano passado, o MEC lançou o Diploma Digital, uma solução baseada em blockchain cuja validação é feita por meio de um certificado digital.

De acordo com o ministério, inicialmente, os diplomas digitais estarão disponíveis em duas universidades federais, a da Paraíba e a do Rio Grande do Norte.

Mas depois destas, a proposta do MEC é estender a solução para atender as demais instituições de ensino federais até o final de 2021.

Dessa forma, a iniciativa tem potencial para beneficiar cerca de 250 mil formandos por ano apenas nas universidades federais.

O Diploma Digital está sendo desenvolvido pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). A iniciativa integra um projeto do governo que inclui dois ambientes eletrônicos que serão lançados também em 2021.

Um deles é destinado à validação de documentos das instituições de ensino superior para conferir a autenticidade dos diplomas. O outro ambiente será para apresentação de históricos acadêmicos.

Entretanto, segundo o MEC, o prazo para o lançamento desse ambiente vai depender do desempenho de cada instituição.

Conforme explicou o subsecretário de Tecnologia da Informação e Comunicação do MEC, André Castro, esses dois ambientes integram um projeto ainda mais amplo, o “datalake educacional”.

Segundo o subsecretário, a solução também vai usar tecnologia blockchain para criar uma rede íntegra de informações. Dessa forma, primando pelo lastro fiel e adequado nos processos de geração e anulação de diplomas.

Ele explicou ainda que serão múltiplas camadas de tecnologia para reconhecimento e validação do diploma: documento XML, QR Code e identificador único.


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